+ New Media

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Acompanhando o rítmo do mouse da VIROSE MÚLTIPLA® vamos postar alguns conceitos, textos, entrevistas e curiosidades sobre NOVAS MIDIAS:

Hábitos de consumo de mídia na era da convergência

O cenário contemporâneo é marcado pela convergência das mídias, pela alta tecnologia e pela disseminação de vasta quantidade de informação. Pensando na conexão entre pessoas, marcas e meios, o IBOPE Mídia lança o estudo inédito Conectmídia. Navegue pelo site e confira os resultados da pesquisa, fique por dentro da Era do Conhecimento e de como as pessoas estão lidando com os desafios do nosso tempo.

Acessem em: http://www.ibope.com/conectmidia/?utm_medium=mail&utm_source=iqdirect&utm_campaign=201713

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Internauta prefere ser pago para ver anúncios, diz pesquisa

30/11/09

A publicidade seria tão irritante de ver se você fosse pago para prestar atenção nela? Uma pesquisa mundial revelou que embora a maioria das pessoas acredite que há publicidade demais na televisão, na Internet e em outras mídias, mais de 40 por cento dos entrevistados estariam dispostos a aceitar ainda mais anúncios se isso reduzisse seus custos.

A ideia se provou especialmente popular na Espanha, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido e China. O grupo de pesquisa mundial de marketing Synovate, que conduziu a pesquisa, disse que era uma ideia digna de consideração pelo setor publicitário, que vem sendo prejudicado pela crise econômica mundial.

“Apesar da grande maioria de pessoas em cada mercado… dizer que há publicidade demais na TV, 42 por cento delas estariam dispostas a aceitar ainda mais anúncios em troca de um desconto em suas assinaturas”, informou Steve Garton, diretor executivo de mídia da Synovate em um comunicado.

A pesquisa foi conduzida em setembro com entrevistas na Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.

Em termos mundiais, 41 por cento dos entrevistados se declararam dispostos a aceitar mais publicidade na Internet se em troca disso recebessem descontos.

“O modelo é uma ideia interessante para o setor. Se pudesse ser vinculado a publicidade mais dirigida, mais relevante… talvez resultasse em maiores receitas em uma audiência cada vez mais fragmentada”, acrescentou Garton.

Para a pesquisa, a Synovate pediu que 8,6 mil pessoas em 11 países falassem sobre o que pensam sobre mídia e publicidade.

Mais de dois terços dos entrevistados disseram que há comerciais demais na TV, e 39 por cento deles disseram haver propaganda demais na Internet. Quase todos, 87 por cento, tentavam de forma ativa evitar publicidade no rádio e TV, desligando os aparelhos ou mudando de canal, enquanto dois terços evitam sites que apresentam publicidade intrusiva.

Quanto à mídia mundial favorita, a Internet foi considerada como veículo mais indispensável por 70 por cento dos entrevistados, superando por ligeira margem a televisão, considerada indispensável por 69 por cento das pessoas. 

Fonte: Terra

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As (grandes) diferenças entre TV e internet – aqui uma tabela que pode ajudar

09:17 Muito se fala sobre a velocidade de consumo de informaçoes possibilitada pela internet e pela diversidade de mídias que ela oferece. Todos sabem que a internet é um grande portal para todo o tipo de plataforma enquanto a TV é limitada. Mas quais sao exatamente essas diferenças, aplicadas ao mercado e ao comportamento do consumidor? Esta tabela, simples e completa, fornece uma visao geral e organizada dessa comparaçao. E mostra que, em certos casos, a TV ainda tem vantagens sobre a internet. E que é possível que ela continue existindo por um bom tempo ainda, assim como o rádio continuou depois de ter sua morte anunciada. A dica é do Boing Boing e a tabela foi originalmente publicada pelo Useit.com. Entre para ver e depois diga o que acha. 27/11 Luciana van Deursen Loew

http://www.useit.com/alertbox/media-velocity.html

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From Twitter to advertising treasure

By Thomas G. Watkins, CNN

November 24, 2009 — Updated 2356 GMT (0756 HKT)

(CNN) – The Twitter phenomenon, in which anybody can tell his or her followers anything — in 140 characters or less — now has a payoff that can go beyond the thrill of self-publishing.

A handful of companies are offering to pay Twitterers to gain access to their followers — so they can send them Tweets containing ads. The more followers you have, the more money you make.

Dr. Drew Pinsky cut a deal with one such company, Ad.ly, of Beverly Hills, California, which describes itself as “an instream advertising platform that connects top-tier Twitter publishers with top-tier brands.”

Pinsky is a television and radio personality, an internist and an addiction specialist, but Ad.ly considers him a publisher.

The lone advertisement that Ad.ly sent to Pinsky’s 1.5 million Twitter followers was for the NBC program “Community,” a comedy about a lawyer who has lost his license and is trying to get his life together at a community college. Chevy Chase and Joel McHale star.

“I’m delighted to support the show; Joel McHale is a friend of mine,” Pinsky said.

“If someone wants to offer me some money to talk about something that I feel strongly about on Twitter — and I don’t feel it’s diminishing in any way my messages — I don’t see why not,” he said.

But Pinsky said he was not sure he would do it again. “It’s treacherous,” he told CNN in a telephone interview. “I don’t want people to think I’m exploiting my followers.”

Concern about a possible backlash from those followers has led him to reject suggestions for other ads, Pinsky said. “It’s something I would only do very, very occasionally and really has to be something that I already feel I would support.”

He cited advertisements about vaccinations or certain screening programs as possibly acceptable, but said even then he would be concerned about turning off his followers. “On the one hand, I have got to send my kids to college; on the other hand, I don’t want to damage my relationship with my audience,” said the father of teenage triplets.

CEO Sean Rad, 23, founded the company that sold Pinsky on the idea in May. “We were basically looking at Twitter early on and we’ve watched it grow from this place where people were kind of playing with content creation to this very powerful platform where people are using Twitter as their main platform for content creation and content discovery,” he told CNN in a telephone interview.

“We view every Tweet as valuable content,” he said. “It takes time and thought to produce. Everywhere else, where you generate content you get compensated. Same for a lot of these celebrities on Twitter. Their time is money, yet they’re not getting compensated. We’re answering a demand we saw with all these publishers.”

All he needs to monetize Twitter posts is to match the publisher with an advertiser and everybody wins, Rad said. “The advertiser gets as close as possible to an audience and that publisher gets compensated.”

The company launched its service in late September, and Rad said it has already signed up eight of the approximately 50 individual twitterers who have more than 1 million followers.

In addition to Dr. Drew, Ad.ly’s clients include Kim Kardashian, Nicole Richie and Joel McHale, he said.

But it’s not just for celebrities. “We have thousands of mid-tier and top-tier publishers; we’re growing rapidly,” he said. Anyone can sign on and, depending on how many followers they have, start approving ads and earning income, he said.

Advertisers include Universal Pictures, Dell, Maserati, Hilton Hotels and “a bunch” of other national brands, he said.

Though Pinsky said he did not know how much his one deal netted him, and Rad would not divulge it, the tech entrepreneur did say a single Tweet could net the publisher a sum in the five figures.

Rad downplayed Pinsky’s concern that his followers could feel exploited. “If I’m Dr. Drew and getting paid for activity on Twitter, I’m going to take it more seriously,” he said. “So the audience gains because, when you pay somebody to do something, they typically do a better job — higher quality content. The artist now can justify the time on Twitter.”

Each publisher is limited to one Tweeted advertisement per day, he said.

Rad said Ad.ly’s model — or Ad.ly itself — could help Twitter cash in on its own success. He said his company’s model would be one way for Twitter to monetize. “Obviously, an acquisition from Twitter would be awesome,” he said.

But that wouldn’t be the only way. “I would pay for a premium stream that had no ads in it,” said Francine Hardaway, a marketing specialist and partner in Stealthmode Partners.

“Maybe that’s Twitter’s own monetization model,” she said in a posting on scobleizer.com, a blog. “And I also like content providers to be paid. But the more indirectly the better.”

Twitter Director of Media Partnerships Chloe Sladden told CNN in an e-mail, “We generally aren’t commenting on our monetization plans at the moment.”

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Google cede e limita acesso gratuito a cinco notícias por dia

02/12/09

O Google limitará a cinco o número de notícias e artigos que os usuários poderão acessar gratuitamente pelo Google News. A informação é da agência EFE.

A decisão é uma clara resposta às queixas e pressão dos editores de jornais, que criticaram a empresa por lucrar com o conteúdo de outros sites. Entre os mais duros críticos do Google com relação a esta postura está o magnata midiático australiano Rupert Murdoch, que já tinha acusado anteriormente a empresa de estar tirarando proveito dos sites jornalísticos.

Josh Cohen, um dos representantes do Google, postou em seu blog: “Atualizamos o programa de modo que os editores possam limitar o acesso gratuito as suas páginas a um máximo de cinco notícias por dia. A partir desse número será necessário fazer um cadastro ou assinar o serviço”, assinala Cohen.

O Google acredita que desta forma protege os usuários contra o “cloaking”, fenômeno que ocorre quando o usuário realiza uma busca por meio do Google e a página que se abre não é a esperada, e permite aos editores “concentrar a atenção em potenciais assinantes que procuram regularmente um percentual elevado de seus conteúdos digitais”.

“Como o nosso serviço oferece acesso tanto ao conteúdo de graça como pago, é crucial que as pessoas possam encontrá-lo. E aí é onde Google pode ajudar. Vamos seguir conversando com os editores para afinar os métodos”, finaliza Cohen.

Redação Adnews

Ministro francês quer que UE enfrente Google sobre livros

30/11/09

Membros da União Europeia querem criar um projeto conjunto sobre a digitalização de livros, afirmou o ministro da Cultura da França, Frederic Mitterrand. A ideia é competir com os planos do Google de criar uma gigantesca biblioteca digital.

Ministros da UE concordaram nesta sexta-feira em criar um comitê de “homens sábios” para elaborarem um plano em Bruxelas, disse Mitterrand em entrevista ao diário francês Journal du Dimanche que deve ser publicada no sábado.

Miterrand também afirmou que a digitalização de livros não deve ser deixada a empresas privadas, e que os governos devem elaborar políticas apropriadas para lidar com o assunto. “O comitê receberá a missão de trazer as visões de cada país e esboçar uma posição conjunta”, disse ao jornal.

Os planos do Google de escanear milhões de livros e colocar trechos destes na internet faz parte de um acordo feito com o Authors Guild dos Estados Unidos. O plano tem sido elogiado por dar amplo acesso a livros, mas também foi criticado por razões de antitruste, direitos autorais e violação de privacidade.

Questionado se os ministros europeus eram a favor do acordo do Google, Mitterrand afirmou que não poderia fazer comentários no momento. “Da minha parte não há antiamericanismo. Mesmo assim, creio que os EUA não são um monolito, e opiniões diferentes devem ser manifestadas. É por isso que não quero que o Estado se submeta aos mercados”, disse.

“Não depende desse ou daquele grupo privado decidir sobre políticas em um assunto tão importante quanto a digitalização de nosso patrimônio global. Não vou deixar que essa decisão dependa de um simple laissez-faire”, acrescentou.

Fonte: Reuters

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Nielsen unificará audiência de TV e internet
Pressionada por consórcio de empresas de mídia, agências e anunciantes, empresa instalará medidores de audiência na internet para chegar a um número total

02 de Dezembro de 2009 às 14:30

O lançamento do consórcio CIMM (Coalition for Innovative Media Measurement ), formado por empresas da mídia como Time Warner, Disney e Viacom, além de anunciantes como Unilever e AT&T, e agências como a MediaBrands, do grupo Interpublic, trouxe um grande problema para a Nielsen. Uma das principais propostas da coligação é a medição conjunta de audiência de TV e internet, uma demanda cada vez maior dos anunciantes.

Pois a Nielsen informou nesta quarta-feira, 2, a seus clientes que prestará esse serviço até o final de 2010. Segundo o AdAge, a empresa instalará medidores de tráfego na web, de modo a incluir a audiência online à audiência tradicional de TV. O produto tem sido desenvolvido há três anos.

Assim, os índices de audiência poderão incluir a quantidade de pessoas que assistem ao programa, por exemplo, em sites como o Hulu, uma joint venture entre News Corp, NBC Universal e Walt Disney, além da iniciativa TV Everywhere, da Time Warner e Comcast.
Ao final deste mês, a Nielsen inicia a instalação de 7,5 mil medidores e espera ter os primeiros dados em 31 de agosto de 2010.

O AdAge observa que o mercado de vídeos online ainda não chegou a US$ 1 bilhão, enquanto a televisão está na faixa de US$ 70 bilhões. Mas a migração de audiência para a internet tornou mais importante a medição para anunciantes e emissoras de televisão.


tá lá no meio & mensagem: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Nielsen_unificara_audiencia_de_TV_e_internet&origem=home

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Fabricar ou distribuir games ofensivos pode se tornar crime
dez 2nd, 2009 by Ovelha.

Isso aí Brasil! Todos sabemos que a indústria dos games é a mais rentável do ramo do entretenimento, mas o Brasil consegue ir sempre na contra-mão e tratar como supérfluo e,  ao invés de incentivar a indústria, querem proibir e banir. Depois de proibir as vendas de Bully, Counter Strike, agora a mais nova do Senado é um projeto de lei que diz: Fabricar ou distribuir games ofensivos vai ser CRIME. A autoria desta nova lei é do senador Valdir Raupp (PMDB-RO).

O projeto já foi aprovado no Senado, essa nova lei (170/06) altera a lei 7716/89, equiparando a divulgação de conteúdo discriminatório por meio dos videogames ao crime de preconceito previsto no artigo 20 da lei, com pena de um a três anos de reclusão. “Alguns jogos têm passado de brincadeiras de mau gosto, sendo arsenal de propaganda e doutrinação contra determinadas culturas, não sendo possível confundir liberdade de expressão dos jogos com culto à anarquia, desrespeito à imagem e honra das pessoas e aos cultos com suas liturgias”, alerta o parecer do relator Valter Pereira (PMDB-MS). A lei também vai valer para jogos importados, então caso essa lei for aprovada e você decidir importar um jogo considerado ofensivo, você estará cometendo um crime equivalente ao de preconceito, podendo cumprir pena de um a três anos de reclusão.
Faith popCorn

http://www.faithpopcorn.com/

 Em 2015, todas as pessoas do mundo terão tido algum momento de conexão em qualquer lugar, a qualquer hora. 

A previsão foi feita por Heikki Norta, vice-presidente sênior de estratégias corporativas da Nokia, durante o segundo dia do The Way We Live Next 3.0, que acaba nesta quarta-feira em Espoo, na Finlândia.

Norta fez um discurso para falar sobre a visão de futuro da companhia. “Somos orientados pelo futuro. Morar aqui no norte da Europa te ensina que você pode andar sobre a água, já que o gelo te segura. Conseguimos moldar o futuro usando idéias para nos segurar e andar sobre a água”, explicou. 

Norta comentou que a economia deixou “tempos turbulentos” para todos e que é um momento de muitas mudanças no mercado de telecomunicações. “Se no início dos celulares o aparelho era solitário, hoje ele cria relacionamentos contínuos”, disse o executivo.

“Em breve veremos mais uma espécie de junção de marcas para mudar o futuro. Veja o que fazemos com o Facebook em conjunto com operadoras, oferecendo serviços integrados aos clientes”, afirmou, citando o exemplo de notificações e atualizações via Facebook nos celulares da companhia.

2009: THE NEW RULES OF ENGAGEMENT

Leading future-focused Trend consultancy Faith Popcorn’s BrainReserve sees 2009 as a year marked by unprecedented fear, anxiety, and uncertainty. A year in which we’ll see a range of consumer reactions to a nation that has seen itself moving in the wrong direction. Faith Popcorn notes: “This is not a momentary correction, nor a down cycle-it’s the end of the world as we know it. What we’ll be deciding in 2009 is whether we’ll simply succumb, or whether through a new set of Rules of Engagement, we’ll find a new way to set our priorities.”

As has been their practice for over three decades, FPBR is applying their TrendBank, 17 insights that are predictive of consumer habits, practices, preferences and behaviors to the ever accelerating changes that drive our Culture.

The four New Rules of Engagement are: Reclaim, Retrench, Reset and Reinvent

1. RECLAIM: Reframing our power relationship with Companies. Driven by Icon Toppling–A new socioquake transforms mainstream America and the world as the pillars of society are questioned and rejected.

Look for: The death of the Consumer, long live the Citizen. With the mutuality of responsibility, Citizenship suggests-shared values, shared interests, democratic decision making, full disclosure and a free ranging, ongoing dialogue.

2. RETRENCH: Hunkering down and praying for survival. Driven by Cocooning: Retreating to home to protect oneself from the harsh, unpredictable realities of the outside world.

We’ll see that: Cuddles Trump Coupons. A premium based on brands that demonstrate “empathy”; an understanding of the consumer plight-it’s going to be a combination of messaging, price, and purchase continuity programs that offer progressive refunds, as just a few examples. The strategy is simple — be with them when they’re down; they’ll remember you when they’re up.

3. RESET: Voluntary cutback to find a new equilibrium. Driven by Cashing Out: Questioning personal/career satisfaction and goals, people opt for simpler living.

It means: We’re Scrooged: If you’re looking for immediate proof, watch Christmas ‘08 sales. The worst downside estimate I’ve seen is -5%, it will be double digit. Black Friday’s top-line sales growth is a false metric. Retailers can ignite a consumption spark via discounting, but will the operation survive at zero margin contribution? How many will resist the temptations of store visits and turn to online shopping? Will they ever come back?

4. REINVENT: A rediscovery and reaffirmation of American Ingenuity. Driven by Fantasy Adventure: The modern age whets our appetite for roads untaken.

Watch the development of A Wampum Economy. A shadow economy will emerge; driven by a culture of haggling, swapping, bartering, hacking, and re-using. It all hearkens back to a time where a direct Citizen to Citizen relationship drove the economy, rather than being disintermediated by channel and manufacturing.

Quer fazer uma coisa muito legal no Youtube? (Além de ver vídeos, claro!) Faça o seguinte:

- Abra algum vídeo qualquer na plataforma;

- Agora, altere a URL dele… Troque o “watch” por “warp.swf”.

- Veja o que acontece!

Ninguém ao certo o que é essa coisa, mas como tudo hoje, apareceu no Twitter. As pessoas de uma hora pra outra, pediram para trocarem o “watch” por “warp.swf” e terem uma surpresa. 

Se você perceber, quando você coloca o mouse sobre umas das “bolinhas de vídeo” elas multiplicam-se, trazendo mais vídeos relacionados ao inicial que a URL foi alterada. Depois de ver vários vídeos, fica difícil voltar a algum que havia visto. Para isso, eles criaram umas outras bolinhas no canto superior esquerdo da tela que vai aumentando a quantidade de acordo com que você vai assistindo aos vídeos, cada bolinha colorida representa um vídeo visto, e na sequência exata. Se você clicar, verá o vídeo de novo.

A interação do espaço é bem bacana.

By: http://www.numclique

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Crie seu próprio avatar (imagem e voz) e compartilhe!

http://www.sitepal.com/

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Tela 3D sensível ao toque!

Usuário sente o volume dos objetos projetados ao encostar em suas imagens.

http://olhardigital.uol.com.br/links/video_wide.php?id_conteudo=9639&/TELA+3D+SENSIVEL+AO+TO

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PopScreen é uma aplicação que podemos chamar de serviço de bookmarming para vídeos online que nos permite criar nosso próprio portal de vídeos na internet.

É compatível com a maioria dos portais ou plataformas de distribuição de vídeos na internet. Assim, quando estamos navegando por um portal de vídeos e vemos algum vídeo interessante que gostaríamos de guardar, podemos adicionar a nossa lista privada incluindo o endereço do vídeo ou o código embed. Também é possível instalar um botão para marcá-los a partir da nossa barra de favoritos.

Além de tudo, também oferece a oportunidade de compartilhar nossa recompilação de vídeos favoritos, mediante ao Facebook, Twitter e outras redes sociais.

PopScreen ainda está em fase beta fechada, mas você pode pedir um convite no site do serviço.

Via: Tecnozilla

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a Microsoft liberou o pacote do Office com a reforma ortográfica brasileira.

http://www.microsoft.com/brasil/office/reforma/home.aspx

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 O Mashable, um dos mais respeitados blogs sobre mídias sociais, foi épico em sua análise: “a new chapter in the Wikipedia information age and the end of an old one

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Dez coisas que você precisa saber antes de comprar um Kindle

images

Com o lançamento do Kindle Internacional, marcado para o dia 19 de outubro, já tem muito brasileiro louquinho pra comprar o leitor de eBooks da Amazon.

 

A tecnologia do gadget realmente impressiona, assim como a revolução que o formato digital de livros pode representar. Mas, antes de desembolsar quase US$ 300 pelo seu, existem coisas que você deve levar em conta. Com a ajuda do estudante de Engenharia da Computação Bernardo Szpilman (20), um aficionado por leitores de livros digitais, montamos um tira-dúvidas que esclarece as principais pegadinhas que envolvem a venda do aparelho no Brasil.

 

“Nunca fui muito fã do Kindle pela proteção dos arquivos, o DRM. Tenho lido muito no meu Palm, pois na maioria dos leitores de eBook falta recursos de notas e dicionário. O Kindle tem esses recursos. Fico na esperança de que a Amazon siga a trilha da Apple nos mp3, tirando o DRM”, disse Bernardo ao Virgula. Vamos ao tira-dúvidas:


Mesmo com o lançamento do Kindle Internacional, é preciso estar nos Estados Unidos pra comprar o leitor?
Não. Assim como a Amazon envia livros e CDs, ela está enviando o Kindle pro Brasil, por US$ 279. Ainda assim, comprar nos Estados Unidos pode ser uma boa idéia, devido à carga tributária e custos de envio que se economiza. Somando impostos de importação e custos de postagem, o valor do Kindle para o internauta brasileiro será de mais de R$ 1 mil!
 
Como funciona a conexão à internet? 
A conexão é por rede 3G (que os americanos chamam de wireless). A AT&T estará cobrindo o Brasil por parcerias de roaming, possivelmente Tim e Claro em grande parte do território nacional. Pega onde a empresa de telefonia pegar. Não precisa de senha nem pagar assinatura, como no celular. A compra do Kindle já te dá o direito de usufruir do 3G. Quer dizer, isso nos Estados Unidos, porque por aqui paga-se uma taxa fixa de US$1,99 para cada download, mesmo de livros que já são seus e estão guardados na sua “estante virtual” da Amazon. Para livros que já estiverem no aparelho não paga-se nada, e pode-se carregar esses livros no Kindle pelo computador sem custo algum (além do preço do título no ato da compra).
 
Se eu escanear um livro e transformá-lo num arquivo PDF, consigo passar o arquivo pro Kindle? 
Consegue, e sem custo nenhum (se feito pelo computador, via conexão USB). Mas um PDF, principalmente escaneado, não vai ficar legal no Kindle Internacional (a explicação completa pode ser vistaaqui). Esse modelo do Kindle é baseado no Kindle 2, tela de 6 polegadas. Nos Estados Unidos existe o Kindle DX, esse sim ideal para qualquer tipo de PDF, com tela de 9.4″. Não é possível comprá-lo daqui do Brasil, mas dá pra comprá-lo nos Estados Unidos e usá-lo aqui com os 290 mil títulos oferecidos, desde que carregue pelo computador, visto que não tem suporte 3G fora dos EUA.
 
Qual o formato de arquivo usado pelo Kindle? Como funciona essa história de enviar um email pra Amazon pra que ela transforme o arquivo em PDF?
Para os livros comprados na Amazon, o formato é AZW, que é proprietário e protegido – quer dizer, só serve pro Kindle e pra aplicativos dele em outros aparelhos. Essa coisa de enviar um e-mail é só no caso de você querer um documento em Word, PDF ou HTML convertido para AZW e entregue direto no seu Kindle via 3G. Isso tem um custo de US$1 por MB, o que é bem caro. É possível obter o mesmo resultado sem custo por intermédio do computador.

 

Preciso pagar por cada download feito? Existe conteúdo exclusivo que possa ser baixado no Brasil?
Sim, uma taxa de US$2 por download. Veja que um download quer dizer carregar um livro via 3G, seja ele um arquivo já comprado mas que não está no seu Kindle porque você deletou, ou uma compra feita no momento. Não há notícias até o momento de conteúdo exclusivo no Brasil.

 

Só consigo ler no Kindle arquivos baixados pela Amazon?
O Kindle também lê eBooks em MOBI (Mobipocket, é o formato que leio no meu Palm), PRC (formato específico pra palm), TXT, além de arquivos de imagem e som. O formato MOBI já foi líder e ainda hoje é usado, mas para ler no Kindle só se for sem DRM, pois ele não aceita arquivos MOBI protegidos.
 
Existe conteúdo nacional disponível pro Kindle, além do jornal O Globo?
Existem diversas fontes para baixar livros em português que podem ser lidos no Kindle. MOBI é a melhor opção. Não há como carregar esses livros pelo 3G, precisa ser por intermédio do computador (USB). A Editora Plus, por exemplo, disponibiliza seus livros em mobi sem proteção, logo podem ser lidos no Kindle. 
 
Todo o acervo da Amazon estará disponível pro Kindle Internacional?
Não. O acervo da Amazon compõe 350.000 obras. Na média os países terão acesso a 200 mil títulos. Nós, brasileiros, estamos bem acima da média, 90 mil a mais, ou seja, 60 mil não estão disponíveis para o brasileiro.
 
É possível, pra um brasileiro, lançar um livro independente pela Kindle Store?
Ainda não. Qualquer americano com uma conta no banco pode, esperamos que seja possível em outros países no futuro.
 
O arquivo que eu baixo pelo Kindle pode ser lido no iPhone, por exemplo?

Nos EUA já existe um aplicativo do Kindle para iPhone/iPod Touch, mas não está ainda não está disponível no Brasil. Vale notar que tal aplicativo é gratuito, então se você tem um celular agraciado e se satisfaz com a tela diminuta para leitura (e a ausência de e-ink), pode ser uma boa alternativa.


 


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What is Thounds?

Thounds is a social network where users can share music ideas by
recording their inspiration and intuitions in a very simple way.
You can create your sample easily by recording it live with a
microphone (usually already built into your computer) or by plugging
in your instrument. Your sample will be available to your contacts all
over the world and they can contribute their ideas at any time.

http://www.thounds.com/

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 Google Wave


Os primeiros vídeos que vc recebe de cara quando começa a usar o Google Wave
(na ordem):

“Welcome to Google Wave”

http://www.youtube.com/watch?v=YiGdUmvPRy8


“When to use Google Wave”

http://www.youtube.com/watch?v=p6pgxLaDdQw

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Fonte: Ibope Nielsen Online. Uma marca (Brand) é um conjunto de canais, domínios e/ou urls pertencentes, ligados ou cedidos a uma empresa ou subsidiária. A audiência de home pages, por exemplo, está contida dentro da audiência da marca.

Veja abaixo, os rankings completos com a audiência por usuários únicos, total de minutos e páginas vistas:

Painel de residências e local de trabalho – 10 marcas, incluindo aplicativos – agosto de 2009:


      Brand
     Audiência Única (000)
     Total de Minutos (000)
     Páginas Vistas (000)

      Google
     34.173
     6.394.997
     14.893.938

      MSN/WindowsLive/Bing
     32.579
     14.666.604
     4.453.464

      Orkut
     27.893
     6.068.968
     18.531.372

      UOL
     27.685
     2.797.405
     4.075.192

      Microsoft
     25.700
     1.583.738
     159.388

      iG
     23.999
     1.255.794
     2.210.055

      Globo.com
     22.918
     1.688.541
     2.609.028

      Terra
     22.776
     1.134.449
     1.933.440

      YouTube
     22.434
     1.309.488
     1.779.542

      Yahoo
     21.871
     1.143.352
     2.239.515




Painel de residências e local de trabalho – 10 marcas, excluindo aplicativos – agosto de 2009




      Brand
     Audiência Única (000)
     Total de Minutos (000)
     Páginas Vistas (000)

      Google
     34.137
     6.163.339
     14.893.938

      Orkut
     27.893
     6.068.968
     18.531.372

      MSN/WindowsLive/Bing
     27.707
     2.300.908
     4.453.464

      UOL
     27.685
     2.797.363
     4.075.192

      iG
     23.999
     1.255.794
     2.210.055

      Globo.com
     22.918
     1.688.541
     2.609.028

      Terra
     22.776
     1.134.449
     1.933.440

      YouTube
     22.434
     1.309.488
     1.779.542

      Yahoo!
     21.781
     1.050.861
     2.239.515

      Blogger
     19.134
     484.623
     889.230

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Jovens de até 25 anos não se previnem na web
Pesquisas
Por Alexandro Cruz
22 de setembro de 2009


Segundo levantamento feito pela Symantec, no Brasil, os jovens são os
que passam a maior parte do tempo compartilhando fotos online e
acessando sites de relacionamento.

Uma pesquisa encomendada pela Symantec constatou que 62% dos jovens do
Reino Unido, com até 25 anos postou fotos pessoais e divulgou dados
privados em rede sociais ou em outro ambiente da web, um em cada 10
pessoas com menos de 25 anos colocou dados confidenciais de banco e um
em cada 20 enviou número de passaporte. A pesquisa mostra o quanto os
jovens estão despreocupados com a segurança virtual, uma vez que,
mesmo quando o conteúdo é apagado, de alguma forma fica gravado no
ambiente virtual, criando o que podemos chamar de ‘tatuagem digital’
que, muitas vezes, é difícil de remover.

Outro levantamento solicitado pela Symantec aponta que os brasileiros
de 8 a 17 anos ficam cerca de 70 horas mensais na internet, seja em
sites de relacionamento, conversando on-line ou postando fotos, ao
passo que os pais acreditam que eles fiquem conectados apenas 56 horas
por mês. Dos países pesquisados, os brasileiros são o que passam a
maior parte do tempo compartilhando fotos online, quatro horas por
semana, e os que mais gastam tempo em redes sociais – 13 horas
semanais.

Levando-se em consideração ambos os estudos, vê-se a importância dos
jovens se conscientizarem que esse compartilhamento de dados, fotos e
comentários sem medir consequências pode comprometer a reputação e,
ainda, colocar a segurança pessoal e financeira em risco. Isto ocorre,
pois são informações que podem ser utilizadas por criminosos virtuais
para descobrir senhas e sequestrar o e-mail do usuário para enviar
spam ou malware para a lista de contatos com o intuito de obter ganhos
financeiros.

Embora o estudo no Reino Unido aponte que os mais jovens sejam os
menos cuidadosos quando o assunto é informações na internet, cerca de
60% dos entrevistados de todos os grupos de idade admitiram estar
preocupados que essa ‘tatuagem digital ’possa afetar sua reputação ou
possa ser utilizada por criminosos. E, pensando no quanto os
comentários postados possam prejudicar os jovens em início de
carreira, mais de 32% afirmam que gostariam de apagar parte das
informações de sua ‘tatuagem digital’.

Política de segurança
Para manter os dados pessoais em sigilo, a Symantec recomenda que as
pessoas verifiquem as configurações de privacidade em sites de redes
sociais para impedir que visitantes indesejados vejam qualquer coisa
que não deveriam e alterem suas senhas com frequência. Uma senha com
mistura de letras maiúsculas e minúsculas – bem como números – ajuda a
manter os hackers afastados. Independentemente dos mecanismos de
proteção virtual, no entanto, é sempre bom ponderar antes de postar um
conteúdo o qual você pode se arrepender depois.

O levantamento foi realizado no período de 18 de agosto de 2009 a 20
de agosto de 2009 em todo Reino Unido pela OpinionMatters, com 1.115
jovens. Já o estudo Norton Online Living Report foi conduzido em 12
países – EUA, Canadá, Reino Unido, França, China, Alemanha, Itália,
Suécia, Japão, Índia, Austrália e Brasil – pela Harris Interactive a
pedido da Symantec, entre 13 de outubro e 05 de dezembro de 2008.
Participaram 6.427 adultos com 18 anos ou mais – incluindo 1.297 pais
de jovens com idade entre 08 e 17 – e 2.614 jovens e crianças entre 08
e 17 anos que gastam pelo menos uma hora online por mês.

Os resultados foram medidos conforme a necessidade de serem
representativos da população de usuários de Internet adultos, jovens e
crianças de cada país.

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Verizon leva Facebook e Twitter à TV:

 

Em mais um passo rumo à convergência entre TV e Internet, a operadora norte-americana Verizon anunciou que seu serviço de triple-play FiOS (através de fibra óptica) levará para a TV dos usuários o acesso às duas redes sociais mais populares do momento: Facebook e Twitter.

Os usuários poderão ver seus feeds de notícias na TV e navegar usando o controle remoto.

Além das duas redes, o serviço também oferece na tela da TV serviço de provedores de conteúdo como ESPN, Veoh, blip.tv e Dailymotion.

Widget Bazaar

Os aplicativos para a leitura do Twitter, Facebook, ESPN etc na tela da TV podem ser baixados pelo novo Widget Bazaar, loja virtual de aplicativos similar às que existem para telefones celulares, como a App Store, da Apple. A operadora também trabalha com o sistema de plataforma aberta, ou seja, incentivará usuários a desenvolverem aplicativos para comercializar na loja virtual. O Software Development Kit (SDK) deve ser publicado nos próximos meses.

O FiOS tem hoje cerca de 7 milhões de set-tops interativos instalados nos EUA

Facebook | E tudo começou com o fundador do site perdendo a namorada

10:00 Um casal conversa no campus da universidade, mas o namorado nao percebe que está deixando sua namorada frustrada ao falar apenas dos seus asssuntos. Está tao absorvido em seus próprios problemas que nao percebe que a garota está terminando o namoro. Assim começa o roteiro de ‘The Social Network’, o filme sobre o Facebook. O rapaz que leva um fora é Mark Zuckerberg, fundador do site. O blog Scriptshadow teve acesso à 1a versao do roteiro, escrito por Aaron Sorkin, criador do seriado ‘The West Wing’, e publicou uma resenha.

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Coreografia com impressoras HP rendeu premio a estudantes em Londres

09:00 Uma coreografia de papéis saindo de impressoras HP rendeu o D&AD Student Award a Matt Robinson e Tom Wigglesworth, da Kingston University, em Londres. Clique na imagem abaixo para ver.

http://www.bluebus.com.br/show/1/91297/coreografia_com_impressoras_hp_rendeu_premio_a_estudantes_em_londres

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logo tv 20

( frases feitas, notas enviadas diretamente do celular durante o evento )

TV 2.0

A INTERNET PODE PROPORCIONAR AUMENTO DE CONSUMO DE OUTRAS MIDIAS COMO TV E MOBILE.

A TENDENCIAS É QUE O CONTEÚDO DA WEB SEJA GRATUITO E APENAS DETERMINADOS SEGMENTOS SEJAM PAGOS.

UOL PRODUZ CONTEÚDO DE FUTEBOL COM UM MENINO NA ARQUIBANCADA E UMA CAMERA DE 1.000 DOLETAS! (CUSTO BENEFICIO DA LINGUAGEM WEB)

PARA O MERCADO INVESTIR MAIS FALTAM MODELOS CLAROS DE NEGÓCIOS E PESQUISAS COM PROPOSTAS REAIS DE CONTEÚDO BRANDED OU SEJA EXPOSIÇÃO DA MARCA COM RESULTADO.

NA WEB PEÇAS PUBLICITARIAS INTERATIVAS FAZEM O USUARIO BRINCAR COM O ANUNCIO, DEIXANDO A PUBLICIDADE MAIS SEDUTORA. ALEM DISSO A WEB CONSEGUE ANALIZAR O COMPORTAMENTO DO USUARIO DURANTE NAVEGAÇAO, TRAZENDO MELHORES RECURSOS PARA O CLIENTE APROXIMAR SEU PRODUTO DO TARGET ESCOLHIDO.

A REDE SOCIAL TRAS UM PLUS QUANDO CONSEGUE IDENTIFICAR O CONSUMO DE MIDIA DAS PESSOAS E SEU CIRCULO DE INFORMACOES ACESSADAS.

O BRASILEIRO LE POUCO POR ISSO VIVEMOS NUMA ERA TAO FORTE AUDIOVISUAL.PREFERIMOS UM VIDEO EXPLICATIVO DE UM BANCO PRIVADO ENSINANDO A APLICAR NOSSO DINHEIRO, DO QUE LER UM FOLHETO.

NOVOS CONTEUDOS HJ CRESCEM A WEB ATRAVES DE PRODSUMERS QUE EH O PRODUTOR SEMI PROFISSIONAL, UM PASSO ANTES DE SE TORNAR TOTALMENTE INDEPENDENTE ELE DIVULGA CONTEUDO NA WEB.

O USUARIO EH MAIS PASSIVO A NOITE (TV) E DURATEN O DIA ELE SENTE NECESSIDADE DE INTERATIVIDADE (WEB/MOBILE).

TRANSFORMR SERIES EM FORMATOS CURTOS E COMERCIALIZAR NA WEB E MOBILE EH UMA TENDECIA DE MERCADO.

O FUTURO DAS REDES SOCIAIS EH PARA TODAS AS IDADES, NOS PROXIMOS 10 ANOS

“COMO MONETIZAR” EH A EXPRESSÃO DO MOMENTO PARA QUEM PRODUZ CONTEUDO HJ EM MULTI PLATAFORMAS, NAS 03 TELAS, E PRECISA DISPONIBILIZAR CONTEÚDO GRATUITO AO USUARIO.

ASSISTIR + INTERAGIR + CONSUMIR UMA REGRA DA PRODUCAO CURTA E MODERNA DE CONTEÚDO.

HJ O 3G DEVE ESTAR NO DNA DE QQ PRODUTO AUDIOVISUAL.

O EQUILIBRIO DA RECEITA ENTRE AS 03 TELAS PARA EVITAR O CANIBALISMO TALVEZ SEJA POTENCIALIZAR A CALDA, OU SEJA, EXTENDER OS PRODUTOS NAS PLATAFORMAS COM CONTEÚDO EXCLUSIVO E DIFERENCIADO PARA CADA MEIO, E NAO COMPETIR. A FRAGMENTACAO USADA A SEU FAVOR TENDE A AUMENTAR A AUDIENCIA DO CONTEÚDO DISTRIBUIDO.

VIVEMOS A ERA “CONSUME ON THE GO”.. CONSUMIR ONDE EU FOR A QQ MOMENTO

BUDDY LIST, VER NA TELA DA TV UMA LISTA DE SEUS AMIGOS E O QUE ELES ESTÃO ASSISTINDO NAQUELE MOMENTO, PODENDO SUGERIR E COMENTAR A PROGRAMAÇÃO COMO NUM MSN INCLUSIVE COM EMOTICOMS

E COMERC = AUGUA.COM/SHOWCASE2APSX

TV 2.0 EH MTO VOD E DVR

TV 2.0 UMA TV SOCIAL COMO ORKUT COM UM CONTEÚDO FEITO POR VC E SEUS AMIGOS

COMO PROPAGAR DIFERENTE http://www.brandmarketers.com/v5/TTV_Video.html

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Tempo passado nas redes sociais e blogs cresceu 82% diz Nielsen

14:00 Já que no Festival de Cannes fala-se muito de mídia social, vamos a alguns numeros novos da Nielsen sobre redes sociais. De acordo com dados de maio divulgados ontem, o total de minutos que os usuarios dedicaram a sites de rede social e blogs foi 82% mais alto na comparaçao com o ano anterior. O Twitter registrou o maior crescimento – alta de 1,448% em 1 ano, passando de 1,2 milhao de usuarios unicos em maio de 2008 para 18,2 milhoes no mês passado. Mas os numeros indicam que o crescimento mês a mês do Twitter começou a reduzir seu ritmo. O tempo medio que um usuário passou no microblog saltou 175% – de 6 minutos e 19 segundos em maio de 2008 para 17 minutos e 21 segundos em maio passado. Mas na comparaçao entre maio e abril deste ano, houve ligeira queda -

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Noticia do Blue Bus – 18/06/09

Twitter deu uma pausa no crescimento – terá já esgotado o seu mercado?

10:28 Do TechCrunch – Após meses crescendo em velocidade exponencial, o Twitter finalmente deu um descanso. De acordo com os últimos dados divulgados pela comScore, o serviço de microblogging teve 17,6 milhoes de visitas em maio – apenas 3,5% a mais do que no mês de abril. Apenas 1 mês nao é amostra confiável, mas comparado aos crescimentos dos meses anteriores, que foram de mais de 80% em abril e 131% em março, é um enorme declínio – nota a materia. Os números referem-se apenas aos acessos registrados nos EUA. Ou seja, é muito provável que o Twitter tenha chegado perto de seu limite de usuários naquele país, mas esteja em franco crescimento em outros, como no Brasil. 18/06

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Nokia vai lançar canal de TV mobile operando a partir de outubro

14:24 A Nokia anunciou hoje o lançamento do Capsule N96, um canal de TV mobile com conteudo de entretenimento e lifestyle. Estará disponivel em outubro, em nokia.co.uk/n96 e é parte da estratégia de promoçao do novo modelo N96. Embora otimizado para o celular que está divulgando, o conteudo estará disponível também para qualquer usuario de aparelhos Nokia capazes de reproduzir o material. Com noticia da Brand Republic e do The Inquirer. 22/09 Blue Bus

‘Aponte e ache’, Nokia Point & Find é 1 novo jeito de buscar |

16:16 A Nokia está lançando nos mercados ingles e americano uma versao beta de um serviço que permite às pessoas acessar conteúdos simplesmente apontando a câmera do telefone para pôsteres. Nada de digitar, nada de abrir browser. É clicar e achar o que se procura.


Por exemplo, ao apontar sua câmera do telefone para um cartaz de um novo filme, as pessoas poderao assistir ao trailer, ler opinioes e descobrir o cinema mais próximo onde ele está passando.


O Nokia Point & Find é uma plataforma aberta e outras empresas podem desenvolver campanhas para potenciais clientes. O sistema é capaz de reconhecer códigos de barras, integrar posicionamento GPS e fazer buscas por textos ou categorias. Já dá para imaginar o monte de aplicaçoes bacanas que veremos surgir. Gratis listas de noticias por email.Todas da Paula Rizzo no Blue Bus, escolha uma entre as disponiveis na lista.


8 TELA MOVEL <>topo01

HOJE NO MERCADO ANUNCIANTES BUSCAM POR OPORTUNIDADES DE AGREGAR VALORES COMO MODERNIDADE, TECNOLOGIA, NOVIDADES `A SUAS MARCAS.

O USUÁRIO MODERNO BUSCA POR MOBILIDADE E CONEXÃO: “ON THE GO!”

NOVAS FORMAS DE ENTRETENIMENTO TRAZEM NOVOS CONCEITOS DE CONTATO PARA AS MARCAS. E AS NOVAS MIDIAS FAZEM ESSE PAPEL CRIANDO ENVOLVIMENTO DA MARCA COM CONTEÚDO DE ENTRETENIMENTO QUE POSSA INTERAGIR DIRETAMENTE COM UM CONSUMIDOR QUE NÃO é MAIS PASSIVO.

Já SE FALA EM SIN CARD COM CONTEÚDO SEGMENTADO.

O GDE PROBLEMA HJ PARECE SER REALMENTE A TAX TRIBUTARIA , ALTO CUSTO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COBRADO PELOS SERVIÇOS DE TELEFONIA FAZ COM QUE O E MARKETING OU MKT MOBILE ( M COMMERCE ) SEJA AINDA UM NEGOCIO CARO.

A MAIOR RECEITA MOBILE NO BRASIL é ACESSO A INTERNET, SEGUIDO DE MUSICA, GAMES E VIDEOS.

O BRASIL SE DESTACA COMO USUARIO 3G E BANDA LARGA NA AMERICA LATINA.

HJ SE USA O FORMATO DE 1:30’ A 03’ MAX. PARA CONTEÚDO MOBILE NA PEQUENA TELA DE 2 A 3 POLEGADAS.

CANAIS A CABO Já PRODUZEM WEBSODES (EPISODES P/ WEB ) E VOD ( VIDEO ON DEMAND )

EXISTE UMA GRADE ESPECIFICA PARA TV MOBILE PQ A MEDIA DO USUARIO DE TV MOBILE É DE 3 A 8 MINUTOS.

ALGUNS SITES DE CONTEÚDO COMEÇAM A TRABALHAR COM UMA PLATAFORMA QUE EXIGE CPF OU ID PARA OBRIGAR A IDENTIFICAÇÃO DA IDAD DO USUÁRIO.

EM 2008 OS NÚMEROS APONTARAM P/:

150 MILHOES DE CELULARES NO BRAISL.

65% C/ CAPACIDADE DE NET MOVEL

6% NAVAGEM NO CELULAR

59% NAO NAVEGAM! (PROVAVELMENTE PREFEREM LAN HOUSE)

60% TEM MMS

APENAS 24% UTILIZA MMS

36% NAO SABE USAR O RECURSO MMS

O MERCADO PODERIA EXPLORAR MAIS O MMS!!

DESSES 150 MILHOES

40% ESTÁ HABILITADO P/ MP3

23% UTILIZA MP3

17% NAO SABE USAR O RECURSO.

SMS > 99% ESTÁ HABILITADO

55% UTILIZA PARA ENVIAR OU RECEBER

70% APENAS PARA P2P (PERSON TO PERSON )

80% DOS CELULARES NO BRASIL SÃO PRE PAGOS.

(ESSE é O PÚBLICO MAIS ANTENADO EM SERVIÇOS, MAS NÃO TEM $ PARA CONSUMIR.

DE 194 MILHOES DE PESSOAS NO BRASIL, 155 MILHOES SAO USUARIOS DE TELEFONIA MOVEL = 80% DE PENETRAÇAO.

DENTRO DA PREOCUPAÇÃO DE ATUAR COM RESPONSABILIDADE NAS NOVAS MIDIAS, EXISTE DO OUTRO LADO UM CONSUMIDOR PAGA P/ TER CONTEÚDO DE BOA QUALIDADE, INDEPENDENTE DA MIDIA.

Giuch <> . Durante o Campus Party em janeiro, ouvi do próprio Tim Lee, criador do WWW o seguinte:

Web 3.0 nada mais é do que a tentativa de incutir nos internautas num termo de fácil assimilação para definir algo que ainda nem existe. Aliás, críticas idênticas já se fazem à Web 2.0.

A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dez anos, a terceira geração da Internet.

1. A primeira, Web 1.0, foi a implantação e popularização da rede em si

2. A Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, como Wikipedia, YouTube e os sites de relacionamento social, como o Orkut

3. A Web 3.0 pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet.

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VIDEO VIRAL

Os 100 vídeos virais > http://www.urlesque.com/2009/04/07/the-100-most-iconic-internet-videos/

Giuch <> . O que é um vídeo viral ?

Como fazer seu vídeo se tornar viral
Especialista dá dicas de como uma campanha viral pode ser bem-sucedida na internet
01/04/2009 – 14:02

O consumo de vídeos na internet é um esporte de contato – a visualização inicial é somente um portal para que se possa comentar, dar notas, enviar para amigos e até remixar o conteúdo original. E o que as marcas devem fazer diante deste novo comportamento do consumidor, fazendo seus vídeos se tornarem virais e ter em mãos milhões de impressões sobre si sem custos?

Nossa experiência mostra que há um mundo de diferenças entre construir uma campanha de vídeo que quer ser viral e dar origem a uma que atinja o consumidor desejado e amplie essa gama. O buraco entre vídeos de sucesso e os que não o atingem é de 20 vezes em termos de alcance da campanha.

Ações como T-Mobile: Dance ou Guitar Hero: Bike Hero foram aceitas pela audiência online, que se encarregou de espalhar, em um círculo virtuoso onde os números só crescem: ambas tiveram em média mais de 150 inserções e 7 milhões de visualizações após dois meses de seu lançamento. Por outro lado, campnhas como Nike: Kobe Bryant Ankle Insurance ou Virgin Atlantic: 25 Years, Still Red Hot tiveram menos de meio milhão de visualizações. Isso porque o número mágico para indicar que uma campanha deu certo é um milhão.

As bem sucedidas costumam quebrar essa barreira já nas primeiras semanas. Descobriu-se que 35% do total de acessos a um viral ocorrem na primeira semana, na fase inicial de crescimento, que acaba definindo a trajetória como um todo.

As campanhas têm depois disso uma fase de duas semanas de transição, quando a audiência cresce 20% semanalmente. Campanhas bem-sucedidas e as que não deram certo costumam ter uma taxa parecida neste período, daí, a importância da semana inicial.

Finalmente, após o crescimento e transição, as campanhas virais tendem a ficar em uma fase constante, crescendo 10% ou menos por semana.

Para cada case de sucesso, como Evolução da Beleza, de Dove, ou até a antiga Wassup, de Budweiser, há dezenas de outros que tiveram seus objetivos grandiosos derrubados pela realidade. Mas entender os dados por trás de cada campanha dessa nos deixa próximos de entender, e talvez influenciar, o comportamento neste espaço.

Dicas para tornar o vídeo um sucesso:

Plante inteligentemente: nem todos os sites de vídeos atingem aos mesmos públicos. Se seu alvo são rapazes jovens, talvez a opção seja o Break.com.

Pense em profundidade, não largura: Campanhas de sucesso não distribuem vídeos em 50 redes de uma só vez. Ao invés disso, selecione 3 a 5, compre mídia para suporte, alcance a imprensa especializada e os usuários, e tente chega à lista de “Mais assistidos” na maior parte deles.

Não conte para todos: Veja as campanhas I´am a PC, com Jerry Seinfeld e Bill Gates, e Gorilla, da Cadbury. Elas deixaram as pessoas se perguntando “Isso é real?”, “Eles realmente fizeram isso?”, ajudando a propagar o conteúdo.

Da AdAge, por Matt Cutler, diretor de marketing da Visible Measures.

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Web vai voltar às suas origens, diz criador da rede

21 de janeiro de 2009

Principal atração da segunda edição da Campus Party no Brasil, Tim Berners-Lee, conhecido como o “criador da web”, afirmou na terça-feira que a internet vai retornar às suas origens nos próximos anos. O físico britânico sintetizou como “frustrante” a chamada Web 2.0, denominação que enfatiza o conteúdo participativo, e garantiu que o poder da informação na internet permanecerá “nas mãos dos internautas”.

“O futuro da internet, conhecido como Web 3.0, promoverá uma abertura maior a todos, garantindo um controle sobre todos os dados pessoais. Vamos ter mudanças, mas com certeza teremos características do início da era da World Wide Web”, garantiu Berners-Lee em sua palestra no evento que trata de temas das áreas de tecnologia, arte e comunicação, realizado no Espaço Imigrantes, em São Paulo.

“Quando visualizo as pessoas conectadas em rede, penso que alguns conteúdos devem ser públicos, mas com o poder do usuário distribuir ou não essa informação. Talvez isso mude no futuro”, afirmou. “O poder da web, já há alguns anos, está nas mãos de vocês. Nós temos condições para isso. Esta cultura só irá aumentar com o decorrer do tempo.”

No celular - Apontado pelo jornal britânico Daily Telegraph como um dos 100 maiores gênios vivos de todo o mundo, o britânico de 53 anos aproveitou para ressaltar a importância dos telefones celulares e enalteceu a visualização de informação na palma da mão. “A internet deve ser acessada por todo tipo de aparelho. A mobilidade vai levar, nos próximos anos, o acesso a rede mundial de computadores às áreas rurais”, avisou.

Pelo menos 6.000 pessoas participam da segunda edição do evento realizado no Brasil. A Campus Party, criada em 1997 na cidade de Valência, na Espanha, começou na segunda-feira e vai até o dia 25 de janeiro. De acordo com a organização do evento, os ingressos para acampar no local estão esgotados. Ainda há entradas para oficinas e painéis.

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-saude/web-vai-voltar-suas-origens-diz-criador-rede-416447.shtml

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Giuch <> . O que é Mociologia?

“Mociologia” – a sociologia do mobile.

Tá bom, eu sei que a palavra é feia e sei também que estes termos muitas vezes são invenções um pouco descabidas ou para aproveitar oportunidades, mas vejo algo de muito bom na mociologia ou “mociology”, se preferirem. O termo vem de “mobile” e “sociologia”: mo-ciologia. E foi criado (nos EUA, é claro) para definir os estudos de como as pessoas se adaptam e utilizam as tecnologias wireless, desde comprar um ingresso de teatro até se comunicar utilizando o celular.

E neste significado do termo reside uma questão muito importante que deverá ficar cada vez mais evidente e fará a diferença nas ações de mobile marketing – a questão da utilidade, ou melhor colocando, da prestação de serviços. Quem ainda acha que o celular não é um caminho interessante para as marcas se comunicarem com seus consumidores, é porque ainda não viu algo que possa ser efetivo para estimular esta relação, ou viu ações não baseadas na “mociologia” que simplesmente são feitas adaptando mensagens ou conteúdos de outros ambientes, principalmente da web.

A razão de ser do celular não é estética, não é status. Embora sejam fatores relevantes, o celular é utilizado pois ele presta um serviço muito importante: estarmos conectados em qualquer lugar e a partir daí conversar e trocar informações com as pessoas. E se eu quero provocar interação, ou seja, fazer com que o usuário utilize e participe do que vou oferecer pelo celular, nada mais natural do que oferecer um serviço, algo útil para ele. Esta é a barreira a ser vencida. Em muitas apresentações e conversas, é comum ouvir as pessoas dizerem: “eu não sou muito de usar o celular (mas usam toda hora), “não sei navegar direito pelos comandos do celular” (mas sabem muito bem inserir um novo nome na lista de contatos) , “não gosto de escrever no celular” (mas digitam pelo menos 8 teclas quando vão ligar pra alguém) e por isso não acreditam que o celular possa ir além da voz. Mas na verdade a questão não está só no perfil de cada um, em saber ou não utilizar recursos do celular e sim a falta de estímulos realmente atraentes para esta utilização. E quando mostramos, algo que pode ser útil para elas, as barreiras somem e um novo universo surge. Já temos guias de rotas pelo celular. O que pode ser mais útil do que ter nas suas mãos, uma rota detalhada para o lugar que você deseja chegar?

A questão da utilidade e da prestação de serviço, a meu ver, deve ainda ser pensada antes mesmo de definir um formato “mobile” para a entrega da ação ou campanha. SMS? MMS? Aplicativo? Wap? E por aí vai. Pensar no conceito antes da forma. Isto vai servir inclusive para descobrirmos cada vez mais formatos possíveis e saírmos do universo do SMS, universo que para muitos, é a única forma de fazer mobile marketing. É eficaz, mas não é a única. Todos os argumentos que coloco sobre a mociologia, têm um pano de fundo: o relacionamento. Nunca devemos deixar de pensar em como uma iniciativa mobile vai melhorar o relacionamento entre a sua marca e seu consumidor. Sendo útil, com certeza a ação tem mais efetividade, tem mais sabor e surpreende o cliente. Neste momento lembro de uma ação de uma operadora, que me enviou uma mensagem de Feliz Ano Novo logo após a virada de ano. Um mensagem simples, em texto, mas colocada no momento certo e que me surpreendeu. Vejo uma ação destas, específica de reconhecimento e valorização de um cliente, como uma ação útil e que certa forma prestou um serviço em me surpreender. E portanto, deixa aberto um campo muito vasto de possibilidades de ações que podem ser interessantes, que podem considerar o comportamento, a relação de como as pessoas utilizam o celular, ou seja, da mociologia. E já que falei sobre relacionamento, vale mais uma observação: quanto mais integrada a sua ação mobile estiver com o restante da comunicação, é óbvio, que mais sentido vai fazer também. Lembre-se, que, como no e-mail marketing, o e-mail em si não funciona sozinho. Claro, podemos ter algumas ações específicas, mas é sempre importante levar o usuário para outro ambiente e “completar” a interação. No mobile, a mesma coisa, a ação no celular em si, pode e deve se complementada com uma interação maior, integrada com um site, um e-mail, ou como temos visto, com um painel ou outdoor. Se temos conexão no celular, vamos utilizá-la. Eu sei que tudo isso pode parecer um papo meio careta, mas acredito que desta base é que surgem as grandes idéias. As idéias simples que acima de tudo geram resultados. E não simplesmente a ação pela ação, só pra dizer que fez.

Misture mesmo prestação de serviço, com comunicação, com valor de marca, com inovação, com marketing direto, com propaganda. E nesta mistura, atenção para a mociologia e para o recado que o termo nos traz: conhecer a situação de uso e respeitar as características da mobilidade, assim você vai verdadeiramente envolver sua marca e seus públicos, através do celular.

Streaming será principal aplicação móvel.

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Giuch <> . O que é streaming???????


Descubra a tecnologia que nos aproxima para uma Internet de radio e televisão.

A tecnologia de streaming se utiliza para tornar mais leve e rápido o download e a execução de audio e video na web, já que permite escutar e visualizar os arquivos enquanto se faz o download.

Se não utilizamos streaming, para mostrar um conteúdo multimídia na Rede, temos que descarregar primeiro o arquivo inteiro em nosso computador e mais tarde executá-lo, para finalmente ver e ouvir o que o arquivo continha. Entretanto, o streaming permite que esta tarefa se realize de uma maneira mais rápida e que possamos ver e escutar seu conteúdo durante o download.

O streaming funciona da seguinte maneira. Primeiro nosso computador (o cliente) conecta com o servidor e este, começa a lhe mandar o arquivo. O cliente começa a receber o arquivo e constrói um buffer onde começa a salvar a informação. Quando se enche o buffer com uma pequena parte do arquivo, o cliente começa a mostrar e ao mesmo tempo continua o download. O sistema está sincronizado para que o arquivo possa ser visto enquanto se baixa o arquivo, de modo que quando o arquivo acaba de ser baixado, também acaba de ser visualizado. Se em algum momento a conexão sofre decréscimos de velocidade se utiliza a informação que existe no buffer, de modo que se pode agüentar um pouco esse decréscimo. Se a comunicação se corta durante muito tempo, o buffer se esvazia e a execução do arquivo se cortaria também até que se restaurasse o sinal.

Programas de Streaming

Na verdade, este processo de streaming já podemos ter visto em muitas ocasiões em nossos computadores. É o que fazem programas como o Real Player ou o Windows Media Player, programas que se instalam como plug-ins nos navegadores para receber e mostrar conteúdos multimídia por streaming.

Quando pretendemos incluir audio ou video nas páginas o melhor então, é utilizar a tecnologia de streaming. Para isso simplesmente temos que salvar os arquivos multimídia com o formato de um dos programas de streaming e seguir umas pequenas normas na hora de subi-los à Internet e coloca-los na página. As normas para seguir são próprias de cada sistema e não as veremos aqui. O melhor para estar por dentro de cómo funcionam é visitar as correspondentes páginas web, assinaladas mais abaixo.

Para converter os arquivos de audio e vídeo ao formato de cada programa de streaming se utilizam uns programas especiais que podem ser baixados das páginas de cada tecnologia. Por exemplo, o programa para converter ao formato que lê o Real Player chama-se Real Producer.

Na hora de desenvolver o web com conteúdos multimídia será necessário decidirmos utilizar uma tecnologia de streaming em concreto e não as utilizamos todas para não obrigar a nossos usuários a baixar todos os plug-ins do mercado. A seguir vemos as três possíveis tecnologias de streaming do momento.

Real Media é possivelmente a mais popular. Também é a empresa com mais experiência no setor e desenvolve muitos produtos orientados à distribuição de arquivos multimídia Sua web: www.real.com

Windows Media é a aposta de Microsoft. Já possui uma cota de usuários muito importante e certamente aumentará com rapidez já que Microsoft inclui o plug-in na instalação típica dos sistemas operativos que está fabricando.

Quick Time é a terceira em discórdia. Com menor cota de mercado.

Servidores de Streaming

Á princípio não é necessário contar com um servidor especial para colocar arquivos de audio ou vídeo com download streaming em nossas webs. Qualquer servidor normal pode mandar a informação e é o cliente quem se encarrega de processá-la para poder mostrá-la na medida em que for recebendo.

Entretanto, existem servidores especiais preparados para transmitir streaming. Embora em muitas ocasiões não é necessário utilizá-los, podem nos oferecer importantes prestações como mandar um arquivo de maior ou menor qualidade dependendo da velocidade de nossa linha.

Em determinados casos, como para dar funcionamento a uma rádio ou a transmissão de um evento ao vivo, sim que será imprescindível contar com um servidor de streaming ao que mandaremos o sinal e com ele, enviará a todos os clientes à medida em que vai recebendo.

Conclusão

Não cabe dúvida que a transmissão de conteúdo multimídia através da web será cada vez mais importante. A tecnologia de streaming é um mercado com futuro e grandes companhias já estão lutando pelo mercado. A velocidade da Internet aumentará com o tempo e com ela aumentará a qualidade de transmissões, para tornar possível tanto a rádio como a televisão na Internet.

HELSINKI – O tráfego móvel global será 66 vezes maior nos próximos cinco anos, segundo pesquisa da Cisco.

O aumento será provocado principalmente pela popularização do streaming de vídeos em smartphones e notebooks.

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Giuch <> . Como a geração NET está mudando o mundo segundo Don Tapscott:
Eles vivem em função da inovação, criativade e customização.

Um nova cultura, um novo jeito de trabalhar. A primeira coisa é não focar só em vendas, é preciso engajar as pessoas em torno das MARCAS no lugar de simplesmente empurrar produtos.

O salgadinho Doritos deu a oportunidade aos seus consumidores de criarem um comercial para o produto que seria exibido no intervalo do Super Bowl!!

O lado negativo, temos gravadoras processando jovens, qdo deveriam incetivar seus clientes a remixar músicas.

Criar o próprio tênis da Nike, ou o design do próprio carro podem ser soluções.

As redes sociais estão se tornando uma espécie de sistema operacional paa novos negócios, como um sistema de inovação e análise de desempenho.

Os gadgets são as chaves de acesso dos jovens ao mundo. Os aparelhos além de servirem para consumir cultura pop tbm servem de ferramentas de trabalho e aprendizado.

Jornais e tv precisam mudar pois a web é uma mídia mto melhor para distribuir notícias e conhecimento segundo Tapscott.

A internet permite que um cidadão normal passe de receptor de informação a formador de conteúdo!!!

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Giuch <> Social media optimization (SMO) é um conjunto de métodos para gerar publicidade através da mídia social, comunidades online e sites da comunidade. Métodos de SMO incluem adicionar feeds RSS, social notícias botões, blogs, e que incorpora funcionalidades de terceiros comunidade como imagens e vídeos. Mídia social está relacionada à otimização motor de pesquisa no mercado, mas difere em vários aspectos, principalmente o foco sobre a condução do tráfego a partir de outras fontes que não motores de busca, embora melhorada busca classificação também é uma vantagem de sucesso SMO. Social media otimização é em muitos aspectos ligados como uma técnica de marketing viral em que palavra de boca não é criado através de amigos ou família, mas através da utilização das redes de social bookmarking, vídeo e fotografia partilha sites. Social Media otimização é considerada uma parte integrante de uma gestão da reputação online (ORM) ou Search Engine Reputation Management (SERM) estratégia de organizações ou indivíduos que se preocupam com a sua presença on-line. No desenvolvimento web, um mashup é uma aplicação Web que combina dados ou funcionalidade de uma ou mais fontes em uma única aplicação integrada. O termo mashup implica fácil, rápida integração, muitas vezes feito através do acesso para abrir APIs e fontes de dados para produzir resultados que não foram a razão original para a produção das matérias-primas fonte de dados. Um exemplo de um mashup é a utilização de dados cartográficos a partir do Google Maps para adicionar informação sobre localização de imóveis dados, criando assim um novo e distinto do serviço Web que não foi originalmente fornecida por uma ou outra fonte. Rohit Bhargava foi creditado com inventar o termo SMO.

Os chavões marketing viral e a publicidade viral referem-se a comercialização técnicas pré-existentes que usam redes sociais para produzir aumentos na marca sensibilização ou para atingir outros objectivos comercialização (como produto de venda) através da auto-replicação viral processos, análogo à propagação dos patológicos e vírus informáticos. It can be word-of-mouth delivered or enhanced by the network effects of the Internet.

[1] Viral promoções podem assumir a forma de clips de vídeo interativo Flash games, advergames, ebooks, brandable software, imagens, ou mesmo mensagens de texto. O objetivo de marketing interessados em criar programas de marketing viral bem sucedida para identificar indivíduos com alto potencial Social Networking (SNP) e criar Viral Mensagens que o recurso a este segmento da população e têm uma elevada probabilidade de ser transmitido ao longo.

[ 2 ] O termo “marketing viral” também tem sido utilizado pejoratively remeter para stealth comercialização campanhas, o uso despudorado astroturfing em linha combinados com undermarket publicidade em shopping centers para criar a impressão de espontâneo palavra de boca entusiasmo. Exemplos notáveis

O regime Ponzi e investimentos relacionados com esquemas de pirâmide, são precoces e um infeliz exemplo de marketing viral.

Multi-level marketing popularizado na década de 1960 e 70’s (não confundir com esquemas Ponzi) é essencialmente uma forma de marketing viral, em que representantes ganhar renda através de comercialização de produtos através do seu círculo de influência e de dar aos seus amigos uma oportunidade de comercializar os produtos do mesmo modo. Quando bem sucedida, a estratégia cria um exponencialmente crescente rede de representantes e enriquece muito adotantes. No início de sua existência (talvez entre 1988 e 1992), a televisão mostra Mystery Science Theater 3000 tinham distribuição limitada. Os produtores incentivou os espectadores a faz cópias do show em vídeo e dá-las aos amigos, a fim de expandir visionamento e aumentar a procura para o inexperiente Comedy Central rede.

Em 2007, Português futebol clube Sporting Portugal integrada uma característica viral na sua campanha para a temporada lugares. No seu site, um vídeo exigido ao utilizador para introduzir o seu nome e número de telefone antes de iniciada a reprodução, o que incluiu o treinador Paulo Bento e os jogadores esperando no vestiário enquanto ele faz uma chamada de telefone para o usuário dizendo-lhe que só iniciar a temporada até que o usuário compra o seu bilhete temporada. [12] Flawless vídeo e chamada de sincronização e do facto de ter sido uma experiência totalmente nova para o usuário levou a quase 200.000 pageviews telefonemas em menos de 24 horas.

Dada a falta de escoamento para o início de massa viral vídeo, alguns dos primeiros vídeos sobre a captura de uma forma semelhante (ou seja, a propagação por e-mail) foram ananicados por maiores hits em sites como o YouTube eo FunnyorDie.

O termo Internet meme (pronunciado / mi ¢∞ m /) é uma expressão utilizada para descrever um lema ou conceito que se espalha rapidamente de pessoa a pessoa através da Internet, bem como uma piada interna. [1] O termo é uma referência ao conceito de memes , embora este conceito refere-se a uma categoria muito mais ampla de informações culturais. Contents Sumário Guerrilla marketing é um sistema não convencional de promoções que depende do tempo, energia e imaginação, em vez de um grande orçamento de marketing.

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Vídeo erótico é sucesso no celular
Publicada em 12/10/2008 às 11h51m
Filipe Sansone – Diário de São Paulo
HYPERLINK “http://oglobo.globo.com/fotos/2008/10/12/12_MHG_TEC_VIDEO.jpg” \o “O estudante Jorge Tane Tatemoto , que é um adepto em baixar filmes eroticos no celular FOTO – Anderson Prado / Diario SP” INCLUDEPICTURE “http://oglobo.globo.com/fotos/2008/10/12/12_MHB_TEC_VIDEO.jpg” \* MERGEFORMATINET
SÃO PAULO – Ver vídeos eróticos na televisão ou na internet é um passatempo de muitos adolescentes e homens, sejam eles solteiros ou casados. Desde o ano passado, a procura por filmes pornográficos tem chegado também aos celulares. No Brasil, essa tendência já é forte. E tem tudo para crescer, já que não faltam aparelhos: segundo o último balanço da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), existem cerca de 138 milhões de celulares ativos no país.
De acordo com a Bsmart Latin América, empresa responsável pela distribuição de vídeos de gravadoras eróticas americanas como Penthouse e Vivid, são feitos cerca de 50 mil downloads de vídeos adultos por mês. E esse número tende a subir.
- O celular é o único produto que não sai de perto da pessoa praticamente o dia todo. A conveniência e a disponibilidade são alguns dos principais fatores que explicam o sucesso desses vídeos no telefone – diz Alexander Dannias, diretor da Bsmart.
Sem ninguém incomodar
O estudante universitário Jorge Tane Tatemoto, de 18 anos, é uma das pessoas que colaboram para o crescimento desse número. Há cerca de dois meses, ao entrar na internet pelo celular para matar o tempo, ele descobriu os vídeos para maiores de idade.

” É legal porque dá para navegar a qualquer hora e ninguém fica incomodado “

- É legal porque dá para navegar a qualquer hora e ninguém fica incomodado.
Jorge vê diferenças entre as produções para celular e as tradicionais para TV e internet.
- O conteúdo do telefone não é tão explícito quanto os outros. Por um lado, é ruim por não ir tão longe. Mas, por outro, é divertido porque dá para mostrar para os amigos em um barzinho. O pessoal sempre quer ver e saber como faz para baixar.
Para o universitário, que baixa vídeos em média três vezes por semana, o preço por cada download é razoável: entre R$ 5 e R$ 10 por filme, com duração de 30 a 90 segundos. Jorge ressalta que os vídeos são um sucesso entre os colegas e que não sofreu censura.
- Só vê quem realmente quer – diz.
Homens são maioria
Os homens são maioria entre os consumidores de vídeos eróticos, segundo uma pesquisa feita pela Bsmart com as operadoras de telefonia móvel.
- Das pessoas que fazem os downloads, 92% se identificam como homens, 3% como mulheres e 5% como LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).
Uma hipótese para o percentual maior de homens é o fato de muitas mulheres acessarem os vídeos com seus namorados ou sem se identificar. Esse é o caso da estudante de administração Roberta (nome fictício), de 19 anos.
- Foi meu namorado quem me mostrou os vídeos. Passei a acessar uma ou duas vezes por mês – explica.
Roberta não conversa muito sobre o assunto com as amigas, mas sabe que a maioria delas acompanha o conteúdo erótico de alguma maneira.
- Toda menina vê, só não quer admitir.
Já existem vídeos voltados para elas. Neles, os gemidos são trocados por uma música de fundo. Já a câmera focaliza mais o rosto e as reações do homem. Também há filmes para gays.
Homens são a maioria
A maioria dos consumidores de vídeos eróticos é formada por homens, segundo uma pesquisa feita pela Bsmart com as operadoras de telefonia móvel.
- Das pessoas que fazem os downloads, 92% se identificam como homens, 3% como mulheres e 5% como LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) – diz Alexander Dannias.
Uma hipótese para o percentual bem maior de homens é o fato de muitas mulheres acessarem os vídeos com seus namorados ou não quererem ser identificadas. Esse é o caso da estudante de administração Roberta (nome fictício), de 19 anos.
- Foi meu namorado quem mostrou os vídeos, e passei a acessar uma ou duas vezes por mês para ver se tem alguma novidade – explica. – Ver os vídeos no celular é melhor porque ninguém percebe, você não tem o risco de ser pega.
Roberta não conversa muito sobre o assunto com as amigas, mas sabe que a maioria delas acessa o conteúdo erótico de alguma maneira.
- Toda menina vê, só não quer admitir – afirma. – De vez em quando, a gente comenta que já fez, mas tem de tomar cuidado para não ficarem falando mal de você.
Para mulheres
Já existem vídeos voltados para o público feminino. Neles, os gemidos são trocados por uma música de fundo, e a câmera focaliza mais o rosto e as reações do homem. Também são oferecidos filmes para o público gay.
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