WEBINAR #VUCA


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O QUE É O MOVIMENTO VUCA

(VOLATILITY. UNCERTAINTY. COMPLEXITY. AMBIGUITY)

POR QUE NOS TORNAMOS VOLÁTEIS, INCERTOS, COMPLEXOS E AMBÍGUOS?

COM TANTAS NOVIDADES TECNOLÓGICAS AO NOSSO REDOR

SURGEM NOVAS NARRATIVAS QUE TRANSBORDAM AS PLATAFORMAS

O CONTEÚDO É LÍQUIDO E TÃO CONTAGIANTE

QUE PERDE O CONTROLE NA REDE,

PASSA A FAZER PARTE DA CULTURA POPULAR E TRANSFORMA FÃS

EM MELHORES STORYTELLERS DAS MARCAS

QUAIS AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS NESSA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

PRA QUE ISSO ACONTEÇA?

COMO MANTER SUA MARCA RELEVANTE E ONIPRESENTE?

QUAL A MELHOR ESTRATÉGIA DE MARKETING DIGITAL?

TÁTICAS E CASES DE SUCESSO QUE VÃO TRANSBORDAR O SEU MINDSET!

FÃS, OS MELHORES STORYTELLERS


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Não é de hoje que o fã exerce um papel importante na cultura de massa. Movidos pela serotonina, neurotransmissor da felicidade, fãs se conectam à propósitos e causas, alimentando seus sonhos por uma marca, produto ou uma banda de rock.

WEBINAR

CONTEÚDO LÍQUIDO E A CULTURA DO FÃ

O fã é um devoto, seguidor, admirador, amante, altamente estimulado por experiências em todos os pontos de contato.

Estímulos que mexem com os nossos sentidos, geram sentimentos, que por sua vez passam à fazer parte das nossas memórias afetivas.

Essas memórias geram empatia e como num passe de mágica, nos transformamos nos melhores storytellers das nossas experiências para o mundo!

No livro a Cultura da Convergência, Henry Jenkins fala sobre a Cultura Participativa e como o uso da Internet cria uma conexão receptora menos passiva. Segundo ele, o fã vive em busca de novas experiências de Entretenimento.

Jenkins fundamenta seu argumento em três conceitos básicos: convergência midiática, inteligência coletiva e cultura participativa.

Steve Jobs dizia que o sucesso dos projetos da Apple relacionados à música deram certo porque foram feitos por uma equipe fã de música.

Brian Chesky, CEO do Airbnb diz que prefere 100 pessoas que são fãs e amam sua marca, do que 1 milhão que apenas goste.

Claro! Todos nós sabemos que fãs movem montanhas! Ou movem pedras, assim como eu e muitos fãs dos Rolling Stones!!!

Me lembro bem do meu primeiro contato com a Cultura do Fã.

Embarcando do Brasil para os Estados Unidos, ganhei da atriz e amiga Cléo Pires, uma edição do seu novo ensaio para a revista Playboy.

Despretensiosamente, quando cheguei ao Festival de Cinema de Miami, indicado à premiação, comecei a brincar com todo o glamour da #vidadefestival, fotografando a capa da Playboy em momentos inusitados e sempre comentando com bom humor, como se fosse a personagem.

Com o imediatismo que permitem as redes sociais e a praticidade do telefone celular, tirava fotos da revista na piscina do hotel, no red carpet da mostra, fazendo compras na Lincoln Road, jantando no restaurante japonês com o ator José Wilker, dando entrevistas, enfim, transformando a revista numa celebridade durante o festival em Miami e postando fotos e textos no Twitter com a hashtag #vidadefestival.

Aos poucos a conexão com os fãs da atriz aconteceu e a empatia com o conteúdo foi compartilhada por seus seguidores nas redes sociais, entrando para o ecossistema e invadindo outras timelines.

Os fãs aguardavam as fotos para montar o capítulo do dia e compartilhar primeiro! De repente gamificaram a ação.

Textos de até 180 caracteres, fotos bem sacadas e bom humor foram a receita de um conteúdo digital inédito que gerou um convite muito bacana da editora Abril:

Fazer o ensaio oficial e exclusivo da revista da Cléo em Nova York, com tudo pago. rsss… De alguma maneira, a brincadeira tinha alavancado as vendas da revista no Brasil e se tornando a primeira Fotonovela do Twitter no Mundo.

Inovação e pioneirismo de uma maneira prática, imediata e orgânica que reflete bem o poder da cultura do fã.

O mini-documentário britânico Fan Culture: “The evolution of influence”, retrata como a cultura dos fãs se transformou ao longo do tempo e como ela está relacionada com o branding na construção da afetividade pelas marcas, sobretudo através de ações físicas e digitais.

Hoje o engajamento está baseado em conexão e relacionamento entre marcas e pessoas, através de histórias imersivas, novas narrativas, serialidade, cocriação e a mais alta empatia.

“Fãs são os melhores storytellers!”, e sinceramente acredito que essa seja a melhor definição sobre um Brand Lover.

Fã é um apaixonado! É um entusiasta, admirador, seguidor, um verdadeiro devoto.

Fãs são movidos por serotonina, um neurotransmissor que alcança nossas memórias afetivas gerando a empatia necessária com o conteúdo de uma marca.

E quando há empatia os fãs amam compartilhar. E ninguém grita mais alto que um fã, ninguém torce mais pelo seu time que um fã, ninguém chama mais atenção que um fã.

Mas, para que essa empatia possa se transformar em engajamento, 5 pontos se destacam na Estratégia da Cultura do Fã:

1- Autenticidade: pela demanda de conteúdo com que somos impactados diariamente em nossas timelines, uma das melhores maneiras de se destacar é através da autenticidade. Seja ela pela inovação, pelo formato ou pelo inusitado.

2- Peak moments: conceito originalmente descrito pelo psicólogo Abraham Maslow e muito citado na Hyper Island que significa: momentos de maior felicidade e satisfação. Proporcionar aos fãs experiências com o seu conteúdo que possam se transformar em momentos memoráveis.

3- Shareable content: investir no conteúdo compartilhável entre as comunidades, incentivar e promover o conteúdo colaborativo. Temos um mantra sobre esse tema e que faz parte da estratégia de distribuição: “Dar para as pessoas conteúdo que elas desejem compartilhar”. Aumentando assim a relevância da sua marca nas redes sociais.

4- Diálogo 365 dias: Interatividade. O consumo de conteúdo não é apenas ação, ele é também reação. As pessoas sentem necessidade de interagir e os comentários nas redes sociais são um bom exemplo de engajamento. Nunca deixe sua audiência, seus fãs, falando sozinhos. Nesse caso, marcas como a #Netflix fazem um excelente trabalho no tom de voz bem humorado e amigável no relacionamento (e acho que essa é a palavra-chave) entre fã e marca.

5- Serialidade: fãs adoram seguir. Simples assim! Seja uma maratona de séries no streaming, seja a jornada do herói, o seu time do coração ou a sua banda de rock favorita. O relacionamento do fã com o conteúdo é sequencial e ele deve ser estimulado com frequência.

Enfim, novas tecnologias surgem todos os dias com a internet das coisas e toda essa conectividade permite a liquidez da informação. O centro da atenção hoje é o consumidor, a audiência, que é cada vez mais impactada por esse enorme volume de conteúdo e sente necessidade de se conectar para engajar e ter fidelidade. Sendo assim, uma boa estratégia para criar essa relação pode ser através da paixão, da serotonina e da Cultura do fã.

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VUCA


VUCA dia 26/3 no Digitalks Lisboa!

Vamos falar sobre novas narrativas na transformação digital.

Já saiu a agenda: https://lnkd.in/dRgq5rk

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O QUE É O MOVIMENTO VUCA

(VOLATILITY. UNCERTAINTY. COMPLEXITY. AMBIGUITY)

POR QUE NOS TORNAMOS VOLÁTEIS, INCERTOS, COMPLEXOS E AMBÍGUOS?

COM TANTAS NOVIDADES TECNOLÓGICAS AO NOSSO REDOR

SURGEM NOVAS NARRATIVAS QUE TRANSBORDAM AS PLATAFORMAS

O CONTEÚDO É LÍQUIDO E TÃO CONTAGIANTE

QUE PERDE O CONTROLE NA REDE,

PASSA A FAZER PARTE DA CULTURA POPULAR E TRANSFORMA FÃS

EM MELHORES STORYTELLERS DAS MARCAS

QUAIS AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS NESSA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

PRA QUE ISSO ACONTEÇA?

COMO MANTER SUA MARCA RELEVANTE E ONIPRESENTE?

QUAL A MELHOR ESTRATÉGIA DE MARKETING DIGITAL?

TÁTICAS E CASES DE SUCESSO QUE VÃO TRANSBORDAR O SEU MINDSET

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PARA QUEM É?

Professores e alunos de Comunicação, Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Relações Públicas, Artes, Design, Tecnologia, produtores de conteúdo em geral, profissionais de Marketing, jornalistas, repórteres, redatores, roteiristas, planners e criativos de agência, executivos de vendas, gestores de redes sociais, empresas e marcas. Interessados em se reinventar nos mais diversos ramos do empreendedorismo, web, TV, rádio, marketing, games e contadores de histórias. Faixa etária: 16 anos.

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QUAL O OBJETIVO?

Ajudar na transformação digital de grandes empresas e profissionais nos mais diferentes segmentos de mercado.

Orientar, inspirar e educar na transformação digital necessária para a indústria da comunicação moderna. Produzir conteúdo relevante baseado em técnicas de Transmídia e Inteligência Artificial. Explorar novas ferramentas, novas narrativas, novas tecnologias com diferentes formatos de conteúdo multiplataforma. Entender a Cultura do Fã e como usar essa estratégia a seu favor. Mapear novas oportunidades de negócios.

E concluir com conhecimento para produzir no final um case de sucesso.

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O QUE VOCÊ LEVA DE APRENDIZADO?

Vamos aprender modernas práticas de transmídia e desenvolver novas narrativas

Conhecimento amplo, novas táticas e estratégias

cada vez mais líquidas para planejar a jornada do seu conteúdo digital.

E um case de sucesso pra chamar de SEU!

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TEMAS ABORDADOS:

O MOVIMENTO VUCA NA OMNIERA

A VIDA LÍQUIDA NA TRANSMÍDIA

FENÔMENOS FOMO E JOMO

A INTERNET DAS COISAS & INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

NOVOS FORMATOS CONTEÚDO LÍQUIDO A CULTURA DO FÃ

EMPATIA E PASSION POINTS

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VUCA – Novas Narrativas na Transformação Digital

Talk: 20 min.

Palestra: 1hr.

Curso presencial: 4:00hrs.

Agenda e Investimento: setexperimental@gmail.com/ giulianoch@me.com

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https://www.linkedin.com/in/giulianochiaradia/

 

 

Estratégia Digital


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Leia esse e outros artigos no LinkeInd:

https://www.linkedin.com/pulse/estratégia-digital-digitalks-lisboa-giuliano-chiaradia/

Pense em algo que realmente nos move quando falamos de digital e isso certamente será o ato de compartilhar. E durante o Digitalks Lisboa esse ano o que movimentou essas 48 horas foi justamente compartilhar conhecimento.

A oportunidade única de falar para mais de 700 pessoas presentes no centro da inovação portuguesa foi realmente uma das melhores experiências já compartilhadas com profissionais de diversas áreas de atuação no Digital.

O tema que apresentamos foi: A Teoria do Conteúdo Líquido e a Cultura do Fã como estratégia digital.

Onde na Omniera, pessoas e marcas se conectam através de histórias e com isso surgem novas narrativas cada vez mais integradas que transbordam as plataformas. Desse novo comportamento de consumo nasce a teoria do Conteúdo Líquido, onde o conceito é tão memorável ou significativo que se torna contagiante e as pessoas são altamente motivadas à compartilhar em suas timelines. Perdendo o controle na rede e entrando para a cultura popular.

“Fãs são os melhores storytellers!”, e sinceramente acredito que essa seja a melhor definição sobre um Brand Lover.

Fã é um apaixonado! É um entusiasta, admirador, seguidor, um verdadeiro devoto.

Fãs são movidos por serotonina, um neurotransmissor que alcança nossas memórias afetivas gerando a empatia necessária com o conteúdo de uma marca.

E quando há empatia os fãs amam compartilhar. E ninguém grita mais alto que um fã, ninguém torce mais pelo seu time que um fã, ninguém chama mais atenção que um fã.

Mas, para que essa empatia possa se transformar em engajamento, 5 pontos se destacam na Estratégia da Cultura do Fã:

1- Autenticidade: pela demanda de conteúdo com que somos impactados diariamente em nossas timelines, uma das melhores maneiras de se destacar é através da autenticidade. Seja ela pela inovação, pelo formato ou pelo inusitado.

2- Peak moments: conceito originalmente descrito pelo psicólogo Abraham Maslow e muito citado na Hyper Island que significa: momentos de maior felicidade e satisfação. Proporcionar aos fãs experiências com o seu conteúdo que possam se transformar em momentos memoráveis.

3- Shareable content: investir no conteúdo compartilhável entre as comunidades, incentivar e promover o conteúdo colaborativo. Temos um mantra sobre esse tema e que faz parte da estratégia de distribuição: “Dar para as pessoas conteúdo que elas desejem compartilhar”. Aumentando assim a relevância da sua marca nas redes sociais.

4- Diálogo 365 dias: Interatividade. O consumo de conteúdo não é apenas ação, ele é também reação. As pessoas sentem necessidade de interagir e os comentários nas redes sociais são um bom exemplo de engajamento. Nunca deixe sua audiência, seus fãs, falando sozinhos. Nesse caso, marcas como a #Netflix fazem um excelente trabalho no tom de voz bem humorado e amigável no relacionamento (e acho que essa é a palavra-chave) entre fã e marca.

5- Serialidade: fãs adoram seguir. Simples assim! Seja uma maratona de séries no streaming, seja a jornada do herói, o seu time do coração ou a sua banda de rock favorita. O relacionamento do fã com o conteúdo é sequencial e ele deve ser estimulado com frequência.

Enfim, novas tecnologias surgem todos os dias com a internet das coisas e toda essa conectividade permite a liquidez da informação. O centro da atenção hoje é o consumidor, a audiência, que é cada vez mais impactada por esse enorme volume de conteúdo e sente necessidade de se conectar para engajar e ter fidelidade. Sendo assim, uma boa estratégia para criar essa relação pode ser através da paixão, da serotonina e da Cultura do fã.

TEDxSãoPaulo #Artmobile


Imagine o que é compartilhar a sua ideia, o projeto dos seus sonhos, no palco do TEDxSãoPaulo com aproximadamente 10 mil pessoas no estádio do Allianz Parque, e provavelmente com o mundo. O TED usa as plataformas digitais e seus eventos para alcançar o maior número de pessoas com a tagline: ideias que merecem ser compartilhadas.

Essa semana a edição final da apresentação foi publicada no canal oficial do TEDx:

Para quem não conhece, o TED é uma organização mundial sem fins lucrativos que, por meio de eventos, seleciona ideias que merecem ser espalhadas. Para isso, são promovidas pequenas palestras, de 18 minutos ou menos, com mensagens poderosas e tocantes.

O TEDx é um evento local, também com a licença TED, mas organizado de uma forma independente. Muitos deles são temáticos e o último foi sobre educação.

E o TEDxSãoPaulo desse ano foi #omaiorTEDxdomundo.

12 de agosto.

Fui convidado pra contar a história do projeto #Artmobile, uma inovação social que vem inspirando jovens ao redor do mundo a fazer arte com o telefone celular. A experiência já foi realizada em 5 idiomas e 7 países: Tanzânia, Etiópia, Israel, Palestina, Marrocos, Uruguai, Brasil e desde de 2011 vem transformando a vida de muitos jovens através de uma ferramenta prática, democrática e imediata.

Acho que no palco foram os 12 minutos mais longos da minha vida, falando pra tanta gente. Na cabeça passava em câmera lenta a imagem de cada jovem, todas as comunidades visitadas e cada trabalho realizado nesses 6 anos de projeto.

Comecei contando a história da primeira turma de Dar Es Salaam na Tanzânia em 2011, onde um dos participantes, um guerreiro da Tribu Massai, depois de gravarmos uma sinfonia de celulares me pergunta em Swahili, idioma local: “_ Kaka, weka kwenye Facebook?”

“_Irmão, vamos postar no Facebook?”

Naquele momento todos percebemos que tínhamos uma ferramenta de expressão nas mãos e a democracia das redes sociais como meio. Com esse empoderamento móvelnas mãos, todos nos tornamos produtores de conteúdo.

A experiência mostrou que o telefone celular nas escolas, que hoje é proibido por lei, pode ser uma aliado, uma ferramenta autêntica de inclusão digital e auto-expressão entre os jovens.

Por isso, a mensagem do projeto desde o início foi muito clara: é possível fazer arte com o celular que está no seu bolso! No duplo sentido mesmo. Se o seu celular tem câmera, você pode produzir vídeos, fotos, pintura digital, com ferramentas de áudio pode criar ringtones, jingles, música. Por mensagem de texto pode escrever roteiros, fotonovela, poesia e até fazer esculturas com as peças recicláveis. Hoje pelo celular os jovens criam jogos, aplicativos e experimentam a realidade virtual.

Lembrei do artista de rua de Addis Ababa, capital da Etiópia, que fez uma Ária com os tons do seu celular. De uma jovem na Tanzânia que percebeu que suas ideias eram o passaporte além das fronteiras, e de Ernesto e Belle, um senhor de 60 anos e uma jovem de 16 anos que juntos na turma do Uruguai fizeram um stop motion incrível.

O momento mais emocionante foi ver essas e outras histórias de jovens que não sabiam o que fazer com o telefone celular e que inspirados pela experiência #Artmobile movem hoje uma comunidade de 8mil jovens, de certa maneira representados naquela noite na tela do TEDx.

No final, tive a oportunidade de repetir para 10 mil pessoas a mesma pergunta que fiz para a primeira turma na Tanzânia em 2011: “Quem aqui tem telefone celular? Eu posso ver? Vocês podem ligar a lanterna dos seus celulares? ” E de repente, 10 mil celulares iluminaram um estádio, mostrando o que podemos fazer juntos.

Uma das experiências mais emocionantes da história do #Artmobile.

Parabéns aos organizadores, voluntários, palestrantes, apresentadores, todo mundo!

E obrigado por essa oportunidade inesquecível!

Para ver o Lab. de cursos e palestras: https://setexperimental.wordpress.com/events/

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